sábado, 3 de dezembro de 2011
Ânsias do cerne.
Há algo quente em minh'alma
Confortante como o calor ingênuo da lamparina sobre a pele fria
Que ilumina vagarosa as frestas da escada do porão
Mofo que exala nostalgia e penumbra
Onde a lareira permanece acesa
Onde as fadas salteiam com as fagulhas do fogo
E mergulham em seus burburinhos musicais
A neve cai lá fora como um véu sobre os galhos disformes
Mas o cheiro esquecido me conforta
A nostalgia nutre meu âmago
A inscrição na limiar me causa angústia.
Sono Profundo Sonho
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário